Para quem tem a assexuação como padrão político, as imagens que mostram um Presidente da República europeu a deixar transparecer a paixão numa troca de toques, carícias e olhares, só podia criar reprovação e censura. O desplante de mostrar em/para o público que todas as cartas de amor são ridículas (FP) fere a sensibilidade pudica [...]
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