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	<title>Comentários em: o voto dos emigrantes</title>
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	<description>Blog do Público para a cobertura das 3 campanhas eleitorais deste ano</description>
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		<title>Por: Paulo Ribeiro</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/legislativas/o-voto-dos-emigrantes/comment-page-1/#comment-5017</link>
		<dc:creator>Paulo Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 11:38:31 +0000</pubDate>
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		<description>E o voto electrónico não será uma opção simples e que resolve muitos dos problemas?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>E o voto electrónico não será uma opção simples e que resolve muitos dos problemas?<br />
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		<title>Por: Helena Araújo</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/legislativas/o-voto-dos-emigrantes/comment-page-1/#comment-299</link>
		<dc:creator>Helena Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 20:25:45 +0000</pubDate>
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		<description>1. Bem, se não é para mudar, fico mais aliviada... 
2. Os emigrantes de curta duração passam a vida a ter problemas para poderem votar. Conheço alguns que se meteram no avião para irem votar no único sítio onde podem: a assembleia de voto do bairro deles em Portugal. Convenhamos que não é muito ecológico...
O sistema eleitoral alemão permite a qualquer eleitor votar por correspondência. Parte-se do princípio que as pessoas poderão ter motivos para no dia das eleições não se poderem deslocar à sua mesa de voto.
3. Porquê esses critérios? E porque não estes: &quot;família para sustentar em Portugal&quot; ou &quot;propriedades em Portugal&quot; ou &quot;patrocínio de projectos de interesse público em Portugal&quot;? Ou até, quiçá, &quot;ligação ao património cultural português e querer de algum modo participar na escolha do Ministro da Cultura&quot;?
4. Curiosamente - e isto não é uma crítica, é uma perplexidade -, até há pouco os emigrantes não podiam eleger o Presidente da República, e actualmente só o podem fazer por voto presencial (se não estou em erro). Esta lei eleitoral está cheia de elementos pouco clarificados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. Bem, se não é para mudar, fico mais aliviada&#8230;<br />
2. Os emigrantes de curta duração passam a vida a ter problemas para poderem votar. Conheço alguns que se meteram no avião para irem votar no único sítio onde podem: a assembleia de voto do bairro deles em Portugal. Convenhamos que não é muito ecológico&#8230;<br />
O sistema eleitoral alemão permite a qualquer eleitor votar por correspondência. Parte-se do princípio que as pessoas poderão ter motivos para no dia das eleições não se poderem deslocar à sua mesa de voto.<br />
3. Porquê esses critérios? E porque não estes: &#8220;família para sustentar em Portugal&#8221; ou &#8220;propriedades em Portugal&#8221; ou &#8220;patrocínio de projectos de interesse público em Portugal&#8221;? Ou até, quiçá, &#8220;ligação ao património cultural português e querer de algum modo participar na escolha do Ministro da Cultura&#8221;?<br />
4. Curiosamente &#8211; e isto não é uma crítica, é uma perplexidade -, até há pouco os emigrantes não podiam eleger o Presidente da República, e actualmente só o podem fazer por voto presencial (se não estou em erro). Esta lei eleitoral está cheia de elementos pouco clarificados.</p>
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		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/legislativas/o-voto-dos-emigrantes/comment-page-1/#comment-297</link>
		<dc:creator>Gabriel Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 18:21:43 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Helena,

1, «cada um vota no sítio onde mora», sim, é esse principio que defendo.
Claro que não é «corte para sempre», (nem ligação para sempre onde se está), é votar e decidir onde se está, onde se é cidadão, no sentido de participante e sujeito da coisa pública comum.
E descanse, ninguém pensa «alterar a constituição», isto sou só eu a falar.....não tenho esse poder. Só vontade.
2. imigrantes de curta duração não chegam, no significado próprio, a residir noutro estado.
3, critérios seriam residencia, local  de trabalho e local pagamento imposto sobre trabalho.
4, ninguem deixaria de ser cidadão face ao estado, votando para quem os representa, o PR, mas repito, não vejo sentido estarem a influenciar decisões que as não afectarão directamente mas apenas os residentes.
5, voto presencial não tem sentido, nem lá fora, nem cá. Isso foi só uma tentativa de truque, porque 2 deputados pode fazer a diferença em outubro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Helena,</p>
<p>1, «cada um vota no sítio onde mora», sim, é esse principio que defendo.<br />
Claro que não é «corte para sempre», (nem ligação para sempre onde se está), é votar e decidir onde se está, onde se é cidadão, no sentido de participante e sujeito da coisa pública comum.<br />
E descanse, ninguém pensa «alterar a constituição», isto sou só eu a falar&#8230;..não tenho esse poder. Só vontade.<br />
2. imigrantes de curta duração não chegam, no significado próprio, a residir noutro estado.<br />
3, critérios seriam residencia, local  de trabalho e local pagamento imposto sobre trabalho.<br />
4, ninguem deixaria de ser cidadão face ao estado, votando para quem os representa, o PR, mas repito, não vejo sentido estarem a influenciar decisões que as não afectarão directamente mas apenas os residentes.<br />
5, voto presencial não tem sentido, nem lá fora, nem cá. Isso foi só uma tentativa de truque, porque 2 deputados pode fazer a diferença em outubro.</p>
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