Via Melhor É Possível.
sobre o autor
Rui Cerdeira Branco É economista, tem 34 anos, edita o Adufe e o Economia & Finanças. É militante do MEP - Movimento Esperança Portugal . Colabora ainda no blogue de MEP Melhor É Possível. Pode segui-lo no twitter em http://twitter.com/RuiMCB.
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Pois, o boletim passa a ser assim, porque nasceu o MEP.
E o sorteio colocou o PSD em 1º, que sorte!
Nasceu o MEP, nasceu o MMS. Como terá sido quando nasceu o PS, o PPD, o PCP, o CDS, ou mesmo o BE?
Eu vivo hoje e é hoje que o MEP está aí, com o “mercado maduro” mas altamente insatisfatório e bloqueado. É hoje, com a cristalização e acomodação promovida pelos clássicos, que a defesa da pluralidade democrática é mais importante para assegurar que todo o sistema não acabe por impludir, sem capacidade de regeneração.
O sorteio nos media não existe, o sorteio é só dar voz aos que têm assento parlamentar ou priotizar de acordo com os resultados das últimas eleições. Há para todos os gostos mas sempre com a quota definida. 5 só 5 e apenas 5. E, nestas eleições, talvez nem isso.
Parece que é o MEP que tem que defender os princípios fundamentais da democracia ignorados pelos já instalados e que tem que defender a igualdade de oportunidades.
Isto não são princípios da esquerda?
Então isto dos comentários não se resolve?
Depois do PSD, foi a vez do PS apresentar a lista por Lisboa. Ao contrário do PSD, a lista elaborada por José Sócrates tem "zero" competência. Basta ver os nomes de Alberto Costa, Vitalino Canas ou Ana Paula Vitorino.
No campo da renovação, tem pouca, mas tem, e surpreendente. Numa operação de charme ao eleitorado do Bloco de Esquerda, Miguel Vale de Almeida – activista da LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis) – vai em lugar elegível. Tal como Inês de Medeiros, actriz, mulher (quiçá só para dar o nome e fazer contas para a lei da paridade) e independente que foi mandatária do "brilhante" Vital Moreira.