Parece-me oportuno recordar este texto de Rui Marques, “Contra o Medo“, presidente do MEP e cabeça de Lista ao Parlamento pelo Circulo de Lisboa, escrito há mais de um ano (Junho de 2008) pouco depois de o Movimento Esperança Portugal ter reunido um pouco por todo o país as necessárias assinaturas para o seu reconhecimento como partido político. Um excerto:
“Nas últimas semanas, no quadro da minha intervenção cívica e política, tenho percorrido o País, para falar de política da esperança. (…) Por entre a riqueza desta experiência, onde nos vamos cruzando com um país real cheio de potencialidades, mas também amarrado por vários bloqueios, vou anotando muitas esperanças e algumas preocupações. Entre estas, destaca-se o medo omnipresente. Sim, o medo. Nunca imaginei que trinta e quatro anos depois da festa da liberdade, tanta gente vivesse tolhida pelo medo. Medo de tudo e medo de nada. Do chefe, do presidente da câmara, do Estado, do SIS, da ASAE, do fisco, enfim, de tudo o que mexe. Medo de represálias, de vinganças, de negócios perdidos, de oportunidades goradas. Medo de falar ao telefone e ser escutado, medo de servir alheiras e ser multado. Medo atrás de medo. Este é um medo que nos paralisa; um medo que nos descaracteriza. Curiosamente, esta expressão é inversamente proporcional à dimensão do sítio – quanto mais pequeno o lugar, mais evidente o medo – e directamente proporcional à formação dos visados – quanto mais diferenciada a pessoa, maior o medo. (…)”
sobre o autor
Rui Cerdeira Branco É economista, tem 34 anos, edita o Adufe e o Economia & Finanças. É militante do MEP - Movimento Esperança Portugal . Colabora ainda no blogue de MEP Melhor É Possível. Pode segui-lo no twitter em http://twitter.com/RuiMCB.
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Espero que o MEP, no qual tenciono votar pela 1ª vez nas próximas eleições, continue com a política pela positiva que o tem caracterizado, tanto no discurso como nas ideias e que até já foi premiada com uma excelente votação nas europeias.
Espero sinceramente, que não mudem o rumo que os tem caracterizado e não enveredem por insinuações e ataques pessoais que caractererizam os partidos com assento parlamentar…
Fui cativado pelo MEP, pelas boas ideias que tem e pelo modo de fazer política que considero muito positivo e uma verdadeira lufada de ar fresco para a política nacional e para as pessoas que neste momento evidenciam um grande cansaço para com os partidos habituais e o modo como descridibilizaram a política em Portugal.
Por isso, não desiludam quem tem esperança em voçês, fanzendo um tipo de política oportunista que caractereziza os partidos “habituais”.