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Embora sabendo que, com isso, só continuo a falar sózinho, os eventuais interessados podem ver aqui a minha contestação ao apuramento de deputados eleitos por distrito feitos pela Eurosondagem e pela Marktest.Aí, entre outras coisas, sublinho que «Este meu juízo baseia-se num pressuposto muito simples e que devia ser evidente: com efeito, se podemos admitir que uma sondagem com uma amostra de 2025 inquiridos (caso da Eurosondagem) ou de 811 (caso da Marktest) é bastante, desde que não se esqueça a margem de erro, para apurar as intenções de voto a nível nacional já temos de concluir que a quantidade de inquiridos que foi ouvida em cada um dos 18 distritos é escandalosamente insuficiente para determinar a percentagem de uma força em cada um desses distritos.»

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1 Carlos 12 de Setembro de 2009 , 16:11

Conheço, em termos técnicos, o suficiente de estatística, e em particular de sondagens, para estar completamente de acordo consigo.
Se em termos nacionais, os números são suficientes para uma estrapolação, com margens de erro e níveis de confiança habituais, a nível de distrito é “tiro ao alvo”, manipulação, embuste.

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2 Núncio 12 de Setembro de 2009 , 16:55

Têm ambos razão.
Basta ver o seguinte: numa amostra nacional de cerca de 800 eleitores, quantos serão de Beja? E de Vila Real? E de Castelo Branco? E de Viana do Castelo? 10, 15, se tanto…
Ora, a intenção de voto de dez eleitores permite extrapolar para todo o seu distrito eleitoral?

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