“Vi esta tarde imagens de uma manifestação de professores em Lisboa. Acontece que vi lá vários dirigentes partidários. Mas no PS não instrumentalizamos lutas sindicais» (José Sócrates ontem num comício em Braga)
Vistas estas declarações (a propósito, o que é que o cabeça de lista do PS a umas eleições, mas não filiado no PS, foi fazer ao 1º de Maio da CGTP ?), não é exagero nem alarmismo supor ou temer que caso o PS renovasse a maioria absoluta, viesse a apresentar na A.R: a seguinte
PROPOSTA DE LEI DE ALTERAÇÃO
À LEI ORGÂNICA Nº 2/2003 DE 22 DE AGOSTO
(Lei dos Partidos)
Artigo único
Ao artº 22 (Restrições) é aditado um ponto 4. dispondo o seguinte:
a) É vedado aos dirigentes ou candidatos dos partidos assistirem ou participarem em manifestações e outros actos públicos promovidos por organizações sindicais;
b) Exceptua-se da alínea anterior a apresentação de cumprimentos, em representação de um partido no ínicio de manifestações sindicais, pelo cabeça de lista do partido governante que seja professor universitário de Coimbra e tenha o cabelo grizalho.
Cuidemo-nos pois. E, como há muitos anos dizia o inesquecível Raúl Solnado, «façam o favor de ser felizes».






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Vital tentou instrumentalizar os trabalhadores e suas organizações sindicais no 1º de Maio. Referiu em Comunicado a Comissão Permanente do PSD. José Sócrates insurgiu-se veementemente contra esta afirmação, e questionou, ” Onde está a Liberdade política e sindical”?