Em editorial evocativo do desembarque na Normandia, o director do Público, José Manuel Fernandes, escreve a dado passo (imagem à esquerda) que «sem a ofensiva lançada a partir das praias da Normandia é muito provável que os alemães acabassem na mesma por perder a guerra, mas ninguém sabe até onde, no dia seguinte, se estenderia o novo império soviético, se em Paris não se falaria hoje russo».
Infelizmente, em lamentável perda para a nossa informação e cultura históricas, José Manuel Fernandes já não teve espaço para nos explicar porque é que a França haveria de ter um destino diferente da Áustria (que é bem mais a leste) e para nos elucidar se porventura os polacos, os checoslovacos, os húngaros, os romenos, os búlgaros e os alemães da parte oriental foram obrigados a meter as suas línguas nacionais num cofre do Estado e a passarem a falar apenas russo. Ai se o ridículo matasse !






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Ó VD, não me diga que não compreende a metáfora….
Joao,
Então será no minimo uma metáfora de mau gosto
Ah, é metáfora… Pronto, se assim é, vou passar a «metaforar» à farta sobre o director do Público para ver se ele gosta !