Despeço-me com um até qualquer dia. Dedico-lhes, por empréstimo, uns versos do Herberto Helder.
Eu trabalho nas luzes antigas, em frente/das ondas da noite. Bato pedra/dentro do meu coração./Penso, ameaçado pela morte.
sobre o autor
Cipriano Justo Especialista de Saúde Pública Professor universitário Dirigente da Renovação Comunista






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É certo. Todos morreremos.
Até um dia destes, Cipriano.