Não fui dos que disse que a escolha dos timings era errada, porque na realidade acho que isso só seria respondido quando se conhecesse o cabeça-de-lista, os restantes elementos e o programa.
Para já os sinais são bons. Isto é, há uma decisão que todos esperavam (adversários incluídos – ou especialmente estes a avaliar pela quantidade de comentários e respectivas origens nos midia) e é possível começar o debate político. Dentro de dias, pois ainda falta a lista e outros aspectos da candidatura serem apresentados. Mais comentários em http://nucleopsdparanhos.blogspot.com/.
A seguir a este aspecto mais pessoal gostaria de antecipar os “temas” da campanha. Gostava que se falasse das Instituições Europeias (com ou sem TLisboa), das dificuldades de evoluir a União a 27; uma discussão sobre o federalismo ou não mesmo que sem grande cópia do modelo USA; O papel do BCE; o Welfare; as negociações de OMC; as “forças armadas europeias”; a PAc; etc.
Não gostava que se andasse pela política caseira, ensaiando prosas para as legislativas e promovendo candidato(a)s a outros actos eleitorais, uma pessoalização excessiva dos candidatos em prejuízo dos programas, etc.

A ver por onde isto vai…

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Francisco Rocha Gonçalves

sobre o autor

Francisco Rocha Gonçalves Economista. Professor (Universidade de Aveiro).

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