
Aqui, a pretexto do início da crónica de hoje de Rui Tavares no Público travo mais um ( inútil ?) combate sobre a eleição que não há – a para primeiro-ministro – mas de que tantos falam como se fosse o tema de decisão e finalidade das eleições de 27 de Setembro. E julgo mostrar como alguns ainda não se deram conta das estranhas e temíveis decorrências dessa absurda tese.





