A par das produções do Piccolo Teatro di Milano, das telas de Vermeer, dos largo majestoso de Mahler, da poesia da Cavafis, das encenações de Giorgio Strehler, do Deserto Vermelho de Antonioni, dos solos de Max Rouch, as minhas preferências no campo da dança centraram-se quase exclusivamente em Pina Bausch e no seu Ballet de Wuppertal, a partir da produção de Café Muller até For the Children of Yesterday and Tomorrow, apresentado no Teatro Camões em 2007. O que tornava os espectáulos de Pina Bausch imperdíveis era a sua capacidade de síntese entre a dança, o teatro, a música e o dispositivo cénico, a partir de elementos do quotidiano das pessoas comuns. Uma espécie de pathos universal. Deixou-nos ontem.
sobre o autor
Cipriano Justo Especialista de Saúde Pública Professor universitário Dirigente da Renovação Comunista






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E?
E,…NÃO SÓ,…MAS TAMBÉM,…há gente muito …Português de M…
Português de…?
E?
Desculpe-me ,Dr.Cipriano.
O comentário não era para si . Fiquei incomodada com aquele E.
Pode ser Português de Macau, fica tudo bem… (menos eu)
Pina Bausch merece mais que respeito, e eu não quero mais que isso…
Excatamente. A senhora merece o respeito devido às grandes criadoras. Ao Português de Macau, ainda pensei nalguma coisa da ilha mas devo confessar que não me lembrei de nada. Das vezes que lá estive nem à gruta de Camões achei graça. Nem do Casino Lisboa.