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foto: joão espinho

O deputado socialista é contra o reforço de tropas internacionais no Afeganistão. É, porém, a favor do envio de tropas portuguesas para a Guiné-Bissau. O ex-candidato presidencial não deve desconhecer os compromissos que Portugal deve honrar (quer no âmbito da NATO quer da ONU). Asssim como não deve desconhecer a História recente do nosso País em África.

Ao posicionar-se contra o envio de mais tropas portuguesas para o Afeganistão – a seguir virá reclamar a saída de Portugal da NATO? – o deputado socialista deixa bem claro em que águas navega. É o regresso ao passado do PREC onde a política externa portuguesa só tinha olhos para a África de expressão portuguesa. Conhecem-se os resultados.

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João Espinho

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João Espinho Tradutor. Amador na Arte da Fotografia. Editor do blog Praça da República. Estou no Twitter.

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1 CausaVossa 13 de Abril de 2009 , 17:36

O Afeganistão não é, de facto, lugar passível de ter visualizado Caravelas. Mas será que, África, não é também lugar e compromisso para a NATO? Teremos de continuar a pormo-nos de bicos de pés?

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2 Luis Coelho 13 de Abril de 2009 , 17:39

Aí está o novo Blog para quem não quer ver repetida a trapalhada em que Lisboa esteve metida com Santana Lopes:

http://www.outravezno.blogspot.com

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3 João Eduardo 13 de Abril de 2009 , 18:32

Um profissional, como sendo, tem que ser obrigado a ser directo sobre as acções que a chefia põe, ora como já não há militares amadores, é o estado que manda.
O militares seja para onde forem tem que ser obedientes, se é o estado que manda, quem somos para negar? O estado não somos todos nós?

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4 José Couto Nogueira 13 de Abril de 2009 , 18:45

O general Loureiro dos Santos fez hoje a crítica pertinente a mais esta “boca” do Manuel Alegre. Em resumo, interessa-nos o Afganistão para termos uma posição na NATO em que também possamos influenciar as decisões; e na Guiné só poderíamos intervir num contexto multi-nacional (Organização dos Estados Africanos, ou similar) e sem funções de combate ou policiamento, dado o nosso passado no país.
Eu acrescentaria que o Afganistão é uma obrigação de todos os países ocidentais, que não querem nem os talibãs a exportar guerrilha (é o que fariam se voltassem ao poder), nem a produção de ópio à solta (embora de facto, esteja).

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