Quando vemos a Europa dirigida por pessoas cujos modelos foram repudiados nos seus próprios países, como é o caso do Primeiro-Ministro da República Checa e do Presidente da Comissão Europeia (que ainda assim pretende continuar por mais um mandato), baseados em teorias neoliberais, leia-se, de mercado sem regras e sem reguladores onde prevalece o capitalismo selvagem e a lei da banditagem, não podemos prever grande futuro para a União Europeia.
O Tratado de Lisboa tinha solução para o primeiro problema. O segundo terá de se resolver por imposição dos próprios europeus.
[001/e2009]
sobre o autor
Luís Novaes Tito - técnico de Sistemas de Informação, Informáticos e de Gestão da Qualidade. Integra o corpo editorial da ops! revista de Opinião Socialista. Autor do blog a Barbearia do senhor Luis






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Eu diria que é lamentável ver pessoas a defender que a Europa só é válida se impuser, na sua ordem constitucional, uma determinada visão política. Isso não é democracia.
Um dos nossos maiores problemas em Portugal é mesmo esse: termos uma constituição que impede os governos de tomar opções político-ideológicas.