Agora é a vez do candidato do BE, Miguel Portas critica gastos exagerados nas campanhas eleitorais. Já no inicio do mês, o líder do CDS-PP, Paulo Portas, criticou, durante a sua deslocação ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, os gastos dos restantes partidos na campanha para as eleições europeias. Obviamente, usam os gastos como arma de arremesso político contra o PS e o PSD. O motivo? Os seus orçamentos são mais baixos que os dos dois maiores partidos portugueses. Mas quem define o que é exagerado? Por esta via, não tarda, o único orçamento não criticável é o que o POUS dispõe para divulgar a sua candidata Carmelinda Pereira. A única coisa que pode ser criticável nestas coisas é quando as receitas que possibilitam tais orçamentos não são transparentes. Mais, se há algo exagerado aqui é o dinheiro do contribuinte português utilizado para financiar estas campanhas partidárias.
sobre o autor
Jorge Assunção Autor do blogue Despertar da Mente e co-autor do blogue Delito de Opinião.






