Continuando o desafio aqui enunciado como responde o MEP à seguinte questão:
2-) “Henrique Monteiro pergunta: O papel da UE e dos Estados nacionais na crise. A Europa deve reforçar ainda mais os investimentos públicos, ou refreá-los?”
É indispensável efectuar-se um acompanhamento global das economias nacionais, avaliar o impacto das medidas de política económica comum nas várias regiões da União e desenhar mecanismos de ajustamento que possam vir, em situações pontuais de forte desequilíbrio, complementar a acção dos Estados nacionais se estes se revelarem impotentes para, por si, corrigirem os desequilíbrios estruturais ou conjunturais para este efeito será indispensável considerar um reforço significativo do Orçamento Comunitário.
Dito isto sublinho que o MEP defende o respeito pelo princípio da subsidiariedade, com uma boa articulação entre os vários níveis, do europeu ao local. Defende que identificadas as situações de maior necessidade se proceda à dotação dos próprios grupos-alvo, e seus representantes da sociedade civil, de uma maior capacitação na definição das políticas que lhes são destinadas e, defende ainda o aprofundamento da cooperação entre os Estados-Membros em matéria de emprego, protecção social, inclusão social, educação, cultura, juventude e formação através do incremento do Método Aberto de Coordenação – MAC – que é um processo de intercâmbios e de aprendizagens mútuas entre Estados-Membros em termos de coordenação de políticas nacionais de protecção e inclusão sociais, emprego, juventude, uma vez que essas competências continuam a depender exclusivamente dos Estados.
sobre o autor
Rui Cerdeira Branco É economista, tem 34 anos, edita o Adufe e o Economia & Finanças. É militante do MEP - Movimento Esperança Portugal . Colabora ainda no blogue de MEP Melhor É Possível. Pode segui-lo no twitter em http://twitter.com/RuiMCB.
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