Não vi ontem o prós e contras, pelo que não opinarei sobre o programa. Parece que foi mais do mesmo, num debate agora aberto aos demais e aos mesmos. Vejo que a campanha não sai do rumo em que está. Muito morna, cheia de política nacional e com pouco debate e emoção. 

Tenho reparado em várias coisas nesta campanha, e hoje decido destacar uma: onde anda a lista eleitoral do PSD? Ela já existe, mas por onde anda? Qual é (admito que ainda não a vi)? Quem regressa a Bruxelas e qual a taxa de renovação da mesma?

Apetece perguntar como fizeram  os franceses após a final da copa do Mundo de 1998: «mais ils sont où?». Em Paris, nesses dias de loucura, procuravam-se «brésiliens», hoje procuro candidatos laranjas… Por onde andam?

Será que o Paulo Rangel sabe  que tem mais candidatos na sua lista? E que será que a lista de candidatos do PSD sabem que tem Rangel? É que um não anda com os outros, nem os outros andam com o um.

Será só estratégia? ou a equipa laranjinha é assim tão fraca?

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sobre o autor

José Reis Santos Doutorando em História Contemporânea. Membro do Partido Socialista. Blogger no Loja de Ideias (http://lojadeideias.blogspot.com) e no Les Cannards Libertaires (http://canardlibertaire.blogspot.com). Envie mensagem directa no Twitter.

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1 Francisco Rocha Gonçalves 12 de Maio de 2009 , 15:53

Caro colega de Blog

No pressuposto que a sua pergunta é isso mesmo: a procura dos candidatos e dos temas relativos ao PSD e as eleições europeias, veja aqui http://www.psd.pt/?idc=301&idi=132813

Quanto aos mais… “laranjinhas”, com orgulho, com capacidade de trabalho e de empreendimento. Por Portugal.

Cps
FRG

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2 José Reis Santos 12 de Maio de 2009 , 16:05

Meu caro Francisco,

Não me leve a mal, mas segui o seu link e nada tem sobre e lista do PSD. Tem realmente a intervenção do Paulo Rangel (en video), mas nada mais… as outras referências nada contém- É deliberado? Ou seja, assume-se que nada há mais que o cabeça de lista?
É uma forma de fazer política, admito. Há quem fale muito na presidencialização da política, mas reduzir uma campanha apenas ao seu primeiro candidato devo acrescentar que acho muito pouco. fraquinho, mesmo.
(publiquei o comentário, por o achar relevante, no corpo do blog)

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