A comunicação política na Internet e redes sociais

de Paulo Querido 21 de Maio de 2009 | Europeias

Política 2.0, ou a comunicação política via Internet e redes sociais, foi um debate a decorrer na Fundação Portuguesa das Comunicações e que seguimos em directo aqui. Espero que o video seja disponibilizado no site de campanha, Política de Verdade.

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Paulo Querido

sobre o autor

Paulo Querido é jornalista free lance, autor e empreendedor. Mantém colunas no Expresso Multimedia, web 2.0 e Cibercidadania, além do webzine pessoal, Certamente!. Edita a iniciativa web do Estado português para o Ano Europeu da Criatividade e Inovação, Criar 2009. Tem um projecto jornalístico em embrião: Diário2.com.
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{ 5 comments… leia-os abaixo ou comente também }

1 Luis Melo 21 de Maio de 2009 , 12:10

RTP – Rádio e Televisão do PS

Ontem à noite assisti a um programa interessante na RTP. O “Conversas com Mário Soares” trazia como convidados, Santiago Carrillo (ex-Secretário Geral do Partido Comunista Espanhol) e Raul Morodo (membro do PSOE e ex-embaixador de Espanha em Portugal).

Os três falaram na luta dos seus partidos (todos de esquerda) contra os regimes de Franco e Salazar. Falaram muito da intervenção do PS e PC espanhol e português na construção da história europeia. Histórias curiosas que envolveram estas 3 personalidades e outras da mesma área política.

Tudo normal, não fosse o cheiro a campanha eleitoral Socratiana, que este programa emanou e de como pareceu ser “ensaiado”. Santiago falou mal de Cunhal e distanciou-se do PCP. Os três falaram bem de Zapatero e Santiago disse até que a esquerda deve apoiar o PS de Zapatero. Insinuando que alguns comunistas devam apoiar Sócrates (numa tentativa de ir buscar votos do PCP para ao PS, nas eleições que se aproximam).

Quiseram passar a ideia de que o PSD, o CDS, o PP Espanhol e outros, não tiveram um papel igualmente fundamental na democratização das sociedades portuguesa e espanhola. Como se não tivessem havido outras figuras (para além de Soares, Gonzalez, Carrillo) que lutaram contra o regime salazarista. Houve, e alguns desses fizeram-no “às claras”, pela frente, nos locais devidos, junto ao povo. Sem estarem escondidos ou “exilados” no luxo de Paris.

É uma vergonha, que a RTP coloque um programa destes no ar. Onde está o “famoso” contraditório?

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2 António da Costa 21 de Maio de 2009 , 12:30

Tá enganado caro Luis Melo “eles” não o faziam às claras, eles davam o “aspecto democrático” ao Salazarismo / Marcelismo porque quando foi necessário após o 25 de Abril lutar pela democracia houve quem se “pirasse” para Londres, esto é só um caso mas existem outros.

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3 Miguel Costa 21 de Maio de 2009 , 19:59

Davam o aspecto democrático ou tentaram antes mudar o regime por dentro? Piraram-se ou tiveram de se afastar devido às perseguições dos ignorantes que se apoderaram do poder?

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4 António da Costa 22 de Maio de 2009 , 0:35

Miguel Costa

“piraram-se” ou melhor pirou-se deixando um septuagenário a tomar conta do partido, e quando regressou deu-lhe um pontapé no traseiro, isto passou-se no PPD com Sá Carneiro o que se pirou, e com Emídio Guerreiro o septuagenário.

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5 Paulo Querido 21 de Maio de 2009 , 22:06

É uma vergonha que um blogger recorra ao expediente de espalhar o seu post por inúmeras caixas de comentários.

Tente não repetir a graça. Aqui, não repetirá a graça.

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