Os deputados municipais do PPD demonstraram hoje, com a sua abstenção e consequente inviabilização do empréstimo para a requalificação do edificado degradado da cidade, que pouco se interessam com o estado e futuro de Lisboa.
Infelizmente, rasgaram o princípio mor e digno de Francisco Sá Carneiro, primeiro o País, no caso, a Cidade, depois o partido. Preferiram os interesses eleitoralistas ao bem de Lisboa.
Oxalá os lisboetas, em 11 de Outubro, chumbem esta atitude de desdém e irresponsabilidade para com Lisboa.
A partir de hoje, a candidatura de Santana Lopes não tem qualquer legitimidade para falar em recuperação urbana, pois o seu partido despreza-a e não a considera.
sobre o autor
Carlos Manuel Castro Autor do blogue Palavra Aberta, "membro" do Câmara de Comuns e presente no http://twitter.com/carlos_mcastro.
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Exagerado como de costume. Por coincidência, sempre para o mesmo lado.
A minha questão vai mais longe. Havia necessidade da CM Lisboa (em crise financeira) gastar alguns milhares de euros em cartazes por toda a cidade a afirmar “Aprovado pela CM Lisboa, a aguardar aprovação da Assembleia Municipal”? Isto sim é gestão danosa, com o único objectivo de alcançar propósitos eleitoralistas. Talvez para a semana surjam mais alguns cartazes, a indicar “Não aprovado pela Assembleia Municipal”!
Quem anda pelas ruas de Lisboa (António Costa costuma percorrer mais o IC19 em direcção a Sintra) sabe bem o que fazer a 11 de Outubro. As sondagens, para quem acredita nelas, são unânimes: Santana Lopes está na luta, taco-a-taco, pela vitória.