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	<title>Comentários em: Fusão de autarquias</title>
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	<description>Blog do Público para a cobertura das 3 campanhas eleitorais deste ano</description>
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		<title>Por: José Carlos</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/autarquicas/fusao-de-autarquias/comment-page-1/#comment-4234</link>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 11:27:48 +0000</pubDate>
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		<description>A maioria das pessoas de Matosinhos ou Gaia só são a favor de fusão para poderem dizer que moram no Porto. Se perguntarem aos naturais do Porto claro que não vão querer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das pessoas de Matosinhos ou Gaia só são a favor de fusão para poderem dizer que moram no Porto. Se perguntarem aos naturais do Porto claro que não vão querer.</p>
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		<title>Por: Nuno de Matos</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/autarquicas/fusao-de-autarquias/comment-page-1/#comment-192</link>
		<dc:creator>Nuno de Matos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 11:59:10 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Por isso há duas soluções possíveis:

    * ou se cria um nível intermédio de poder (a região) que “manda” nos Presidentes de Câmara e portanto obriga ao aparecimento de soluções;
    * ou se dá maior dimensão às autarquias, fundindo concelhos e fundindo freguesias, entregando-lhes também maiores competências e meios que agora residem no Poder Central, dispensando o tal nível de “região”.&quot;

E o que dizem da confusão levantada pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo para integrar a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho? 

Ler aqui http://ci0.sl.pt</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Por isso há duas soluções possíveis:</p>
<p>    * ou se cria um nível intermédio de poder (a região) que “manda” nos Presidentes de Câmara e portanto obriga ao aparecimento de soluções;<br />
    * ou se dá maior dimensão às autarquias, fundindo concelhos e fundindo freguesias, entregando-lhes também maiores competências e meios que agora residem no Poder Central, dispensando o tal nível de “região”.&#8221;</p>
<p>E o que dizem da confusão levantada pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo para integrar a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho? </p>
<p>Ler aqui <a href="http://ci0.sl.pt" rel="nofollow">http://ci0.sl.pt</a></p>
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		<title>Por: jdma</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/autarquicas/fusao-de-autarquias/comment-page-1/#comment-99</link>
		<dc:creator>jdma</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 21:54:24 +0000</pubDate>
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		<description>O tema é deveras interessante... retenho a primeira parte do 1º primeiro comentário e subscrevo-a na íntegra, agravado ainda pelo facto de termos concelhos que não o deveriam ser e cidades que não o deveriam ser and so on and so on.... Coloca-se a ênfase numa economia de escala e na má experiência que este país tem com a dispersão de competências. Embora possa paracer paradoxal consigo ver vantagens em qualquer uma das opções e assim sendo, a opção recai sobre o mal menor...ou seja pela segunda opção. Não vejo - neste momento - qual a necessidade de se proceder à criação de  um nível intermédio na tomada de decisão...mas faço a ressalva de que também não disponho de elementos suficientes para perceber quais serão as competências das futuras regiões e por isso até admito que possa vir a alterar a minha opinião. De qualquer das formas temos vindo a assitir a uma transferência de competências da administração central para a local nem sempre efectuada nas melhores condições... principalmente em termos financeiros e de recursos humanos... portanto seja para futuras regiões seja para autarquias locais convém antes de mais que as coisas sejam bem feitas.

Não sei se o aparecimento das regiões trará algo de novo e de útil ao que já existe... Não sei se a fragmentação trará vantagens... È importante ter presente o papel de Portugal no contexto europeu e as consequências que advirão da existência de regiões dentro de um país tão pequeno como o nosso... Esta é uma discussão que a seu tempo surgirá e que não, e sublinho o não, deverá ser efectuada da maneira que todos assistimos aquando do referendo...

Destaco que já existe no ordenamento jurídico uma figura que poderá se assemelhar a uma região (será o modelo gestionário?) e que são as áreas metropolitanas que no caso da região do Porto é constituída pelos seguintes concelhos: 16 Municípios: Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Porto, Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Trofa, Vale de Cambra, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia. Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia integravam a antiga Área Metropolitana do Porto, tendo-se posteriormente juntado a este grupo os Municípios de Arouca, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Trofa e Santo Tirso. Em 1 de Setembro passam a intgrar a AMP também os Municípios de Oliveira de Azeméis e de Vale de Cambra ( A Lei n.º 10/2003, de 13 de Maio veio estabelecer o &quot;regime de criação, o quadro de atribuições das áreas metropolitanas e o modo de funcionamento dos seus órgãos, bem como as suas competências sendo que já em 2008 é publicada a Lei n.º 46/2008, a qual estabelece o novo regime jurídico das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto)

Existem ainda as Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional ...

Mas esta é uma discussão que certamente será aprofundada</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O tema é deveras interessante&#8230; retenho a primeira parte do 1º primeiro comentário e subscrevo-a na íntegra, agravado ainda pelo facto de termos concelhos que não o deveriam ser e cidades que não o deveriam ser and so on and so on&#8230;. Coloca-se a ênfase numa economia de escala e na má experiência que este país tem com a dispersão de competências. Embora possa paracer paradoxal consigo ver vantagens em qualquer uma das opções e assim sendo, a opção recai sobre o mal menor&#8230;ou seja pela segunda opção. Não vejo &#8211; neste momento &#8211; qual a necessidade de se proceder à criação de  um nível intermédio na tomada de decisão&#8230;mas faço a ressalva de que também não disponho de elementos suficientes para perceber quais serão as competências das futuras regiões e por isso até admito que possa vir a alterar a minha opinião. De qualquer das formas temos vindo a assitir a uma transferência de competências da administração central para a local nem sempre efectuada nas melhores condições&#8230; principalmente em termos financeiros e de recursos humanos&#8230; portanto seja para futuras regiões seja para autarquias locais convém antes de mais que as coisas sejam bem feitas.</p>
<p>Não sei se o aparecimento das regiões trará algo de novo e de útil ao que já existe&#8230; Não sei se a fragmentação trará vantagens&#8230; È importante ter presente o papel de Portugal no contexto europeu e as consequências que advirão da existência de regiões dentro de um país tão pequeno como o nosso&#8230; Esta é uma discussão que a seu tempo surgirá e que não, e sublinho o não, deverá ser efectuada da maneira que todos assistimos aquando do referendo&#8230;</p>
<p>Destaco que já existe no ordenamento jurídico uma figura que poderá se assemelhar a uma região (será o modelo gestionário?) e que são as áreas metropolitanas que no caso da região do Porto é constituída pelos seguintes concelhos: 16 Municípios: Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Porto, Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Trofa, Vale de Cambra, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia. Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia integravam a antiga Área Metropolitana do Porto, tendo-se posteriormente juntado a este grupo os Municípios de Arouca, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Trofa e Santo Tirso. Em 1 de Setembro passam a intgrar a AMP também os Municípios de Oliveira de Azeméis e de Vale de Cambra ( A Lei n.º 10/2003, de 13 de Maio veio estabelecer o &#8220;regime de criação, o quadro de atribuições das áreas metropolitanas e o modo de funcionamento dos seus órgãos, bem como as suas competências sendo que já em 2008 é publicada a Lei n.º 46/2008, a qual estabelece o novo regime jurídico das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto)</p>
<p>Existem ainda as Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional &#8230;</p>
<p>Mas esta é uma discussão que certamente será aprofundada</p>
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		<title>Por: Tiago Azevedo Fernandes</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/autarquicas/fusao-de-autarquias/comment-page-1/#comment-95</link>
		<dc:creator>Tiago Azevedo Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 20:55:07 +0000</pubDate>
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		<description>Cada caso é um caso. No Porto, Gaia e Matosinhos há muita gente que gostaria de ter apenas um concelho. Se é ou não um sentimento maioritário só um referendo regional o poderia dizer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cada caso é um caso. No Porto, Gaia e Matosinhos há muita gente que gostaria de ter apenas um concelho. Se é ou não um sentimento maioritário só um referendo regional o poderia dizer.</p>
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		<title>Por: José Manuel Faria</title>
		<link>http://eleicoes2009.info/autarquicas/fusao-de-autarquias/comment-page-1/#comment-94</link>
		<dc:creator>José Manuel Faria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 20:43:05 +0000</pubDate>
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		<description>Qual o Concelho ou Freguesia que quer ser fundido(a), nenhum!

A criação das Regiões está na Constituição.

E não fosse o negócio Marcelo/Guterres, e a Regionalização já tinha parido há muito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qual o Concelho ou Freguesia que quer ser fundido(a), nenhum!</p>
<p>A criação das Regiões está na Constituição.</p>
<p>E não fosse o negócio Marcelo/Guterres, e a Regionalização já tinha parido há muito.</p>
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